segunda-feira, 15 de abril de 2013

Quatro coisas que todo filho gostaria que os pais soubessem



Preste atenção em mim, e não apenas no que estou fazendo de errado.
Claro que você quer educá-lo da melhor forma possível, e o tempo todo está fazendo isso, mas divida o tempo que fica com ele para apenas curti-lo! Não importa a quantidade de horas que você está ao lado dele, mas, sim, o que acontece durante esse período. Seja espontâneo. Se você não é do tipo que rola no chão, há diversas outras formas de você mostrar que se preocupa com ele, como um bom bate-papo, um jogo de videogame, um livro lido a dois. O que faz diferença é você estar inteiro naquela hora.

Não me peça para ficar quieto quando estou com raiva, permita que eu fale o que estou sentindo. 
É difícil mesmo ver como seu filho tão pequeno pode estar tão abalado com alguma situação de que não gostou. Mas explodir e não deixar a criança expressar o que está sentindo faz com que ela se sinta desamparada por perceber a ira dos pais. Assim, ele se vê obrigado a guardar aquele sentimento para não ver os pais bravos. Isso pode trazer problemas de comportamento no futuro ou, ainda, regressões em seu desenvolvimento, como voltar a sujar as calças quando já largou as fraldas. Ajude a criança a lidar com a raiva, por meio do diálogo e do seu amor.

Eu já sei que errei e estou arrependido. Não precisa ficar tão bravo comigo. 
A ocasião mais complicada para dar uma punição em uma criança por mau comportamento é quando ela já está realmente arrependida do que fez. Se ela ficou triste com sua atitude errada, isso significa que sua consciência está viva e sadia. Além do que, ela aprendeu errando. Ter essa consciência é o melhor impedimento para a repetição do erro. Ao perdoá-la, você está ensinando-a a lidar com a culpa e o sentimento de perdão. Nesses momentos a criança entende que você se preocupa com ela e a ama muito, independente do que possa acontecer.

 Eu sei que você quer me proteger, mas eu posso tomar algumas decisões e ajudar em diversas coisas no dia a dia. Basta você me ensinar.
Aos poucos, você pode ajudar o seu filho a fazer as suas próprias escolhas em coisas simples, como escolher o tênis que quer usar ou a escova de dentes. Toda vez que você deixa seu filho tomar uma decisão, ele sente que tem mais controle sobre sua vida, e isto é positivo. Ele vai passar a cooperar ainda mais para conseguir o controle que está constantemente procurando. Além disso, há muitas tarefas que a criança pode assumir, não só para ajudá-la em casa, mas porque ela se sente importante em poder contribuir. Ela simplesmente precisa de você para lhe ensinar como fazê-las, seja na hora de arrumar a mesa, as gavetas, alimentar os animais de estimação, entre outras ocasiões. 

Fonte: Revista Crescer

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