segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Atentos às experiências vividas na escola

Não importa a idade que os filhos tenham, é comum que todos os pais desejem acompanhar e cuidar da melhor maneira desses que são seus verdadeiros tesouros. 

Enquanto estão em casa, ao lado dos filhos, mães e pais querem conversar, saber o que pensam e acompanhar cada fase do crescimento. Mas e quando as crianças estão na escola?

Apesar da confiança e conhecimento da proposta pedagógica da instituição de ensino, os pais buscam, normalmente, notícias diárias sobre o filho. É comum receberem as crianças no momento de saída perguntando: “Como foi a escola?”, “O que você fez hoje?”.

E as respostas vão variar de acordo com o perfil de cada criança. Alguns vão contar muitas histórias; outros serão breves. E neste segundo caso, os pais podem ficar um pouco desapontados questionando “por que meu filho não conta nada sobre a escola”?

Nada disso é motivo de desespero! Os pais podem conversar com as professoras dos filhos para saber mais detalhes. E, às vezes, até se surpreender! Algumas crianças se mostram mais tímidas em casa, mas na escola são muito extrovertidas.

A  verdade é que as crianças desejam comunicar as suas experiências, mas esta comunicação pode acontecer de diversas formas. Tem as que se expressam com facilidade, as que precisam de ajuda e as que não gostam de contar muita coisa.

Basta os pais estarem atentos quando, por exemplo, os filhos reproduzem gestos ou falas dos professores ou um comportamento imitativo de um colega. Quando estão num “jogo de faz de conta”, representando novos papéis, que os pais nunca viram antes ou quando cantarolam uma canção ou tentam ensinar uma brincadeira.

Para que as crianças se sintam mais à vontade para contar suas experiências, os pais também podem ajudá-las fazendo perguntas mais diretas. “O que a professora Maria ensinou na aula hoje?”, “De quais brincadeiras você participou no parque?” Será muito mais simples e atrativo para elas responderem a estas perguntas do que ao “como foi o seu dia?”

E para estar por dentro das atividades dos filhos, é importante acompanhar todos os canais de comunicação da escola, ficar de olho na agenda da criança e tirar suas dúvidas com os educadores sempre que necessário.

Fiquem atentos aos horários que as professoras dispõem semanalmente para atendê-los individualmente.

Esses são alguns caminhos que podem abrir com mais facilidade as portas da comunicação entre pais e filhos!

Foto ilustrativa

Fonte: Daniela Munerato

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Uniforme escolar: inúmeros pontos positivos

Imagine se, todos os dias, os pais tivessem que se preocupar em escolher uma roupa especial e diferente para o filho vestir e ir à escola?

É por esse e outros motivos que, na maioria das instituições, o uniforme é obrigatório. Seu uso é um item que proporciona grande praticidade e economia para os pais. Basta imaginar quantas peças são poupadas do desgaste do dia a dia das atividades escolares. Ainda mais quando os filhos são pequenos e costumam brincar no chão, na areia, no parque etc.

Estes são apenas alguns dos pontos positivos que o uso do uniforme escolar traz, além deles temos:

- segurança e identificação: todos podem identificar quem pertence ou não à instituição;

- igualdade: desestimula as possíveis disputas por “status” e consumismo, além de evitar violências psicológicas mais sérias, como o “bullying”;

- referência: o uniforme traz o sentimento de pertencimento a uma coletividade, pois indica que o indivíduo faz parte de determinado grupo;

- respeito: sugere disciplina e respeito às regras, qualidades imprescindíveis na vida em sociedade;

- foco no aprendizado: sem se dispersar observando, por exemplo, a roupa do colega, o aluno mantém sua atenção na aula;

As recomendações do CLQ

O uniforme (camiseta branca, shorts ou calça com a logomarca do CLQ) é de uso obrigatório.

Para a prática de Educação Física, além do uniforme regular, é obrigatório o uso de tênis e meia. É proibido o uso de chuteiras de qualquer tipo e de camisa de times, pois descaracteriza a identidade da escola e pode provocar conflitos.

Os calçados, além de confortáveis, devem favorecer a livre movimentação da criança, porém, sem comprometer sua segurança. Por isso, tênis com rodinhas ou de plástico, chinelos, tamancos, crocs e calçados de salto alto são proibidos.
 
Alunas não devem ir à escola maquiadas, nem levar bijouterias e cosméticos, como batom, gloss, brilho labial, sombra e blush.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Clima de Carnaval

No início do ano letivo, planejamos ações pedagógicas para conhecer as crianças, deixando espaço para atividades significativas que propiciem também muitas aprendizagens. Em fevereiro, em geral, além da adaptação e dos aspectos de incentivo à socialização, outro tema que sempre vem à tona é o Carnaval. Com ênfase na música e na dança, a intenção é contextualizar essa comemoração fazendo recortes das mais diferentes manifestações populares que acontecem nesse período.

Durante as atividades os alunos são instigados a estabelecer relações entre o modo de vida de seu grupo social e o de outros, formular perguntas e manifestar opiniões sobre os acontecimentos. Visamos promover a valorização do patrimônio cultural e despertar o interesse por conhecer diferentes meios de expressão. Para isso, nesta semana e na próxima, os alunos da Educação Infantil, em ritmo de folia, irão participar de muitas atividades com histórias, brincadeiras, jogos, danças e canções sobre as tradições da cultura brasileira.

Fiquem atentos! Todas essas atividades estão sendo registradas pelas professoras e em breve teremos mais notícias sobre elas aqui no Blog. 


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Um lanche saudável e com tudo o que a criança precisa

Uma das grandes dúvidas que afligem os pais é em relação à alimentação da criança na escola. As perguntas são frequentes: O que meu filho deve levar na lancheira? Quais os alimentos ideais para esta fase de crescimento? Qual é a opção mais prática? 

Aqui no blog, a Educação Infantil do CLQ busca esclarecer todas essas dúvidas e, por isso, convidou a nutricionista infantil e membro da diretoria da Associação Paulista de Nutrição, Karine Nunes Costa Durães para responder às perguntas abaixo. Confira:

- Quais são os alimentos recomendáveis para a criança levar como lanche escolar? E aqueles que devem passar longe da sua alimentação?

Karine: As crianças podem levar frutas prontas para o consumo, pães integrais, biscoitos e bolos sem recheio. Cereais como granola ou muesli para comer com iogurte, milho debulhado, tomate cereja cortado ao meio para evitar engasgos, cenoura baby cozida, frutas secas, pipoca e torta salgada, queijos, sucos e iogurtes.

O consumo de alimentos ricos em açúcar, sódio e gordura trans/saturada é um fator de risco para o desenvolvimento de doenças como obesidade, diabetes, pressão alta, na vida adulta ou já na infância. É importante evitar refrigerante, petiscos de pacote, frituras e doces açucarados.

- Quais são os nutrientes de que as crianças mais precisam?

Karine: As crianças necessitam de uma alimentação completa e equilibrada, que contenha todos os nutrientes. Mas é fundamental se atentar a alguns específicos: vitamina A, que tem papel importante no sistema imunológico; Zinco, para um ótimo crescimento e desenvolvimento cerebral; Cálcio e vitamina D, que participam da formação de ossos e dentes; e Ferro, importante para o desempenho cognitivo.

- Por que é importante cuidar da alimentação da criança e estar sempre atento ao que ela vai comer na escola? 

 
Karine: Os hábitos alimentares são formados na infância. Uma criança melhor alimentada é mais feliz, tem mais saúde e energia para brincar, correr e aprender. E a alimentação é fundamental para o bom desempenho cognitivo. Ou seja, a criança melhor alimentada terá mais facilidade para aprender na escola.

· Karine Nunes Costa Durães é nutricionista infantil, especialista em nutrição em pediatria. Autora do blog www.nutricionistainfantil.blogspot.com e membro da diretoria da Associação Paulista de Nutrição. 


As recomendações do CLQ

Considerando que a escola pode ser uma aliada da família na formação de hábitos alimentares saudáveis, sugerimos que os pais se atentem às orientações dos especialistas da área da nutrição, ao organizar o lanche que enviarão para os filhos.

O serviço da Cantina é terceirizado, exclusivo aos alunos, professores e funcionários do Colégio, promove e incentiva práticas de alimentação saudável. Portanto, não dispõe de frituras, petiscos e refrigerantes.

Confira mais informações sobre o assunto no site do CLQ. 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Como levar o material escolar na mochila corretamente

As aulas voltaram, é tempo de arrumar seu filho para levá-lo à escola! Vesti-lo com o uniforme, preparar sua lancheira e organizar sua mochila.

Esse último item pede um cuidado especial: segundo especialistas, a criança não deve carregar muito peso nas costas e nas mãos.

“O uso incorreto da mochila não causa deformidades na coluna, mas pode agravar uma condição já existente (como escoliose ou lordose)”, alerta Lucas Leite Ribeiro, ortopedista do Hospital São Luiz (SP). Os principais sinais de que seu filho está levando muito peso são dores nos ombros e nas costas e má postura (ele vai andar curvado).

Abaixo, selecionamos algumas dicas para evitar esse problema:

• A mochila de costas deve ter duas alças bem largas e acolchoadas, que precisam ser usadas sempre juntas, e, de preferência, um cinto abdominal, para fixar a mochila no lugar e deixá-la bem próxima do corpo.

• O ideal é que ela fique bem no meio das costas, apoiada na coluna lombar, para não sobrecarregar os ombros e a própria lombar.

• Se o seu filho precisa carregar mais do que 10% do peso, é melhor optar pela mala com rodinhas, que deve ser levada com uma mão e na posição vertical. A criança não pode se curvar para carregá-la.

• Coloque na mochila só o que será usado naquele dia. Se precisar mandar um brinquedo, dê preferência aos mais leves.

• Na hora de organizar o material, deixe o que for mais pesado próximo do corpo, na parte de trás da mochila, para que o peso não faça a criança se curvar. Distribua o resto de maneira uniforme. 






Fonte: Revista Crescer