sexta-feira, 25 de maio de 2012

Como vestir as crianças para ir à escola nos dias de outono

É fato: os dias típicos do outono deixam qualquer adulto em dúvida de como se vestir.  Na maioria das vezes, a manhã é fria; à tarde faz sol e esquenta; mas à noite o friozinho está de volta. Pensar em uma roupa que nos proteja do frio sem esquentar demais nem sempre é uma tarefa fácil!

A dúvida é ainda maior em relação às crianças. Com que roupa devemos vestí-las para ir à escola?
Se o aluno estuda em período integral, é recomendável que ele chegue na escola com um bom agasalho, pois geralmente o dia começa mais fresquinho. Se à tarde a temperatura aumentar, é simples tirá-lo e ficar somente com a camiseta da escola.

Os pequenos, que estudam somente no período da tarde, costumam ir para a escola em um horário em que o sol está bem quente. Porém, nem assim eles devem deixar de levar um agasalho na mochila, para o caso de a temperatura cair ao fim da tarde.

Em ambos os casos, as calças são a melhor opção para esta época do ano, tanto para meninas como para meninos.

Vale lembrar que, especialmente na Educação Infantil, em que os alunos brincam e se movimentam bastante, a roupa das crianças deve ser bem confortável. Para calçar, os tênis são ideais, favorecem a livre movimentação dos pequenos, sem comprometer sua segurança.

Uma última dica é sempre consultar as previsões meteorológicas antes de levar os pequenos à escola, minimizando, assim, as chances de exagerar.

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sexta-feira, 18 de maio de 2012

Como lidar com a timidez das crianças


Você andou reparando que seu filho é mais quietinho? Saiba que a timidez nem sempre é motivo de preocupação. Cada criança tem suas próprias características psicológicas, e é um erro considerar que um padrão de comportamento é melhor do que o outro.

 Mas, quando a criança é excessivamente retraída e começa a demonstrar dificuldades para se relacionar, vale observá-la com mais cautela – e tomar medidas para ajudá-la a ficar mais à vontade. De acordo com a psicóloga Leila Salomão, da Universidade de São Paulo, o primeiro passo é detectar as ocasiões em que a criança demonstra timidez.

Algumas crianças ficam apreensivas, por exemplo, no início do ano letivo. Mas é normal que fiquem inseguras e com vergonha em situações novas. “Elas precisam de algum tempo para se sentirem seguras”, explica Leila.
 Mas, e se o tempo passar e a timidez persistir? Nesse cenário, o professor pode ajudar observando a reação dos pequenos nas várias situações do dia a dia e verificar em quais momentos eles se sentem mais ou menos à vontade. O diálogo com os pais é fundamental. Afinal, a timidez está associada à insegurança e uma criança insegura precisa sentir que os adultos com quem convive confiam nela e valorizam seu potencial.

É necessário também um ambiente que favoreça a autoestima, para que os pequenos se beneficiem de bons exemplos. Não dá para cobrar desenvoltura do filho se os próprios pais se acanham ou fogem de situações sociais.

A superproteção também pode ser um erro, pois estimula a dependência e a insegurança. Dar oportunidades para a criança tímida descobrir e escolher o que gosta é uma das boas maneiras de estimular seu convívio social. “Respeite as opções do seu filho e evite fazer críticas ao seu comportamento. Compará-lo com outras crianças só faz com que ele se torne ainda mais tímido e inseguro, prejudicando sua autoestima”, alerta Leila.

Da mesma forma, evite forçar a criança a fazer qualquer atividade que ela não queira e procure não colocá-la em situações constrangedoras, imaginando que o choque a levará a vencer seus receios, de uma vez por todas. “A melhor receita para ajudar uma criança a vencer a timidez é ir devagar, respeitando seus limites”, opina Leila. “Converse bastante, dê apoio, mostre o que ela tem a ganhar, sendo menos acanhada”, ensina.

E como saber se a situação é séria o bastante para buscar aconselhamento profissional? “A medida é o sofrimento. Há casos em que a criança tem dor de barriga, passa mal, tem crises de choro”, explica Leila Salomão. O natural é a criança querer estar na companhia de amigos. Se ela não consegue, com certeza sofre com isso e precisa de apoio para vencer seus problemas. Então, vale procurar ajuda.

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Fonte: Site Bebê Abril

terça-feira, 15 de maio de 2012

Cochilinho pode fazer bem às crianças

Além do sono que a criança tem a noite toda, um cochilo é benéfico!

Embora algumas mamães fiquem na dúvida se o fato da criança dormir em outro período não irá interferir no sono da noite, já é comprovado que a sesta (cochilar por alguns minutos após o almoço) diminui riscos cardíacos nos adultos. Logo, para as crianças, pode fazer bem.

E foi o que demonstrou uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo psicólogo Brian Crosby, PhD da Universidade da Pensilvânia. Crianças que tiram um cochilo ficam menos hiperativas e apresentam menores níveis de ansiedade e depressão.

Vale destacar que um cochilo não é o mesmo que passar um período inteiro do dia dormindo.

O cochilo serve não apenas para repor as energias, mas melhora o funcionamento mental das crianças.
A avaliação das 62 crianças, entre 4 e 5 anos de idade,  foi realizada através de um exame chamado actigrafia, que mede os padrões de sono. O relato dos pais sobre o tempo e a qualidade dos cochilos durante a semana e nos finais de semana e avaliação comportamental da criança também são considerados.

Com o resultado, Brian Crosby explica a importância de incentivar as crianças a dormirem um pouco em outro período que não seja à noite. Não precisa ser todos os dias, mas sim, quando elas sentirem vontade.

É sempre importante ressaltar: não existe um padrão para estabelecer quanto tempo exato elas precisam dormir ou quanto tempo precisam ficar acordadas.O psicólogo afirma que cada criança tem a sua necessidade e, também, a sua rotina. 

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Fonte: Site Guia do bebê

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Homenagem às mães

Uma homenagem singela, porém muito tocante. Assim foi a comemoração do Dia das Mães no CLQ.

As crianças compartilharam com as mães o que estão aprendendo nas aulas de música e expressão corporal e presentearam-nas com surpresas culinárias preparadas por elas mesmas, com muito carinho.

“Foi um momento bem gostoso, porque participamos um pouco da rotina das crianças na escola. E elas certamente se divertiram também. Eu pude perceber o quanto minha filha estava ansiosa e animada para preparar as bolachas”, contou Alessandra Cerri, mãe da Daniela.

Os pequenos ficaram realizados ao entregar para suas mães um presente que eles mesmos prepararam. Para elas foi, sem dúvida, um momento ímpar e emocionante! Juntos reforçaram - de maneira prazerosa - o papel fundamental que as mães têm em nossas vidas.


terça-feira, 8 de maio de 2012

Medos infantis

Para a criança, juntamente com as novidades, a descoberta do mundo traz muitas incertezas e ameaças. Por este motivo, ela necessita da compreensão e do amor dos adultos em todas as etapas do seu crescimento.

Nos primeiros meses de vida, por exemplo, o bebê pode sentir medo ao se deparar com estranhos ou coisas que não lhe são familiares. Entre dois e três anos, pode surgir o medo de animais, de lugares escuros, da distância dos pais, de barulhos, bem como de máscaras e fantasias muito coloridas, de palhaços ou Papai Noel.

Sem serem superprotetores, os pais podem e devem ajudar seu filho a superar seus medos, incentivando-o a expressar seus sentimentos, lembrando-o sempre de que ele conseguirá força e coragem para isso.

Não se pode ignorar que o medo exagerado provoca sofrimento e atrapalha o desenvolvimento emocional da criança. Mas os pais não devem tentar evitar que o filho se depare com o objeto temido.

Gradualmente, podem aproximá-lo dele, respeitando sempre o limite imposto pela criança.

Uma forma de ajudar é tentar fazer essa aproximação quando outra criança de idade equivalente estiver perto do objeto sem demonstrar medo. Isso o fará perceber que esse encontro não é motivo para desespero.

Vale lembrar que o medo também é benéfico, uma vez que nos afasta do perigo real. A criança pequena vive num mundo mágico, onde tudo é possível e onde não consegue discernir a realidade da fantasia. Desta forma, os pais devem estar sempre alertas para evitar que se machuquem, pois a curiosidade própria da idade pode fazê-la se envolver em situações mais arriscadas.

Enganam-se os pais que evitam contar histórias para seus filhos, crendo que as bruxas e os monstros irão intensificar os medos infantis. Na verdade, os contos de fadas costumam oferecer à criança alternativas para lidarem com seus temores, pois as fadas e os príncipes sempre aparecem para destruir o mal.

Muitos medos vão se perder pelo caminho com o passar do tempo e com a maturidade. Conforme a criança se acostuma e passa a confiar no ambiente que a cerca, vai se sentindo mais capaz, com mais recursos internos para superar certos temores.

Para que ela se fortaleça e se sinta menos impotente e vulnerável, é preciso que os pais incentivem a criança a transpor obstáculos em geral, elogiando e valorizando cada conquista sua. Mas lembrem-se: sem cobranças e sem apressar o desenvolvimento natural de cada uma.

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Fonte: Guia do Bebê

sexta-feira, 4 de maio de 2012

A Educação Física na Educação Infantil

Em todas as fases de nossas vidas é muito importante praticar atividades físicas. Portanto, esse hábito deve ser cultivado já na fase infantil, aliando a Educação Física à educação moral, cognitiva e intelectual, formando integralmente o indivíduo.

A fase infantil é um período de descobertas e de ampliação das experiências individuais, culturais, sociais e educativas, no qual a Educação Física tem um papel fundamental. São nas aulas dessa disciplina que a criança pode criar, inventar, descobrir, reelaborar conceitos e ideais sobre os movimentos e sobre suas ações.

O movimento corporal é a forma de expressão mais utilizada nessa fase da vida. Assim, qualquer proposta motora e lúdica é significativa para as crianças: as brincadeiras e jogos infantis congregam necessidades, interesses e motivações, cabendo ao professor oferecer oportunidades de situações-problema, nas quais os alunos tenham autonomia para resolvê-las.

Além disso, o professor de Educação Física deve elaborar atividades desafiadoras, tanto em grupo, quanto individualmente, pois é a superação desses desafios e conflitos que possibilitarão o ajustamento intelectual e cognitivo cada vez mais elaborado da criança. Esses aspectos são os mais favorecidos pela estimulação, vivências e experimentações das condutas motoras das crianças. Portanto, as aulas de Educação Física não devem ser mera repetição de movimentos tidos como ideais ou perfeitos.

As aulas de Educação Física do CLQ baseiam-se nos aspectos cognitivos (verbalizar, ser criativo), afetivo-sociais (brincar e jogar em grupo e solicitar ajuda de amigos e do professor) e psicomotores (conseguir realizar as tarefas dentro das limitações de cada um, superando dificuldades e aceitando desafios). Procuramos trabalhar em nossas aulas o conhecimento corporal lúdico e esportivo, ampliando os saberes sobre jogos culturalmente aprendidos, resgatando o universo das brincadeiras tradicionais infantis, ampliando o leque de atividades socioculturais e propiciando autonomia, tanto nos jogos, quanto nas brincadeiras.

Robson Agnaldo Osti - formado em Educação Física pela Universidade Metodista de Piracicaba e em Pedagogia pela Faculdade Plínio Augusto do Amaral.

Vânia Felipe Paulete - formada em Educação Física pela Universidade Metodista de Piracicaba, especialista em Educação Física Escolar pela FMU e especialista em Pedagogia do Esporte Escolar pela UNICAMP.


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