sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Apresentação do Grupo Música em Família finaliza projeto pedagógico


 
Na última sexta-feira, os alunos do CLQ e seus familiares acompanharam o show do Grupo Música em Família. A apresentação faz parta do projeto “Um para o outro”, que propôs uma parceria constante com a família, em atividades interativas, ao longo do ano. Segundo a diretora do Fundamental I, Taís Oetterer de Andrade, o objetivo foi aproximar ainda mais pais e filhos, enfatizando que a aprendizagem e o conhecimento não se realizam apenas pelo modo cognitivo, mas também pelo sensorial e afetivo. “Dessa forma, desenvolvemos, junto com os alunos, o cuidado, o respeito, o carinho e a compaixão que devemos ter com os outros.”
Durante o projeto foram abordados temas como: a riqueza das parcerias e dos grupos; reflexões sobre a coragem e o medo; as diferenças das estações do ano e seus significados subjetivos, e o quanto as coisas boas da vida não custam nada, como a onda do mar, a fruta do pé, um abraço, o por do sol.
Os pais aprovaram o trabalho e ficaram muito satisfeitos e empolgados com o show, que foi emocionante. Veja alguns depoimentos:

“Como mãe, não poderia deixar passar a oportunidade de dar parabéns a todas vocês pelo trabalho maravilhoso, desenvolvido no decorrer deste ano dentro do projeto “Um para o Outro”, materializado de forma apoteótica na última sexta-feira. As atividades do projeto proporcionaram momentos deliciosos em casa,  mas no show nós cantamos e dançamos os três juntos, numa verdadeira festa em família. Foi interessante como tivemos momentos tão nossos no meio de tanta gente. Foi bom demais! Ficamos muito felizes em ver o empenho da escola em trabalhar com atividades que desenvolvam sensibilidade, interesse pelo outro, empatia, afetividade, enfim, coisas que ajudam a crescer como ser humano. Certamente ficamos satisfeitos que nosso filho tenha também esse tipo de vivência dentro da escola.”

Marcela e Daniel, pais do aluno Lucas – Infantil I

“Passamos o ano envolvidos com o projeto Música em Família. As descobertas das crianças sobre coisas da família que ainda não sabiam encantavam as meninas! Além de sempre despertar sentimentos bons quando elas tinham alguma tarefa que demandava uma pesquisa familiar ouvindo as músicas sugeridas pela escola. Eu gosto do envolvimento familiar com a escola. Às vezes é trabalhoso, mas, o saldo é muito positivo para os pais, escola e filhos. Fortalece a confiança entre as partes e faz com que tudo se torne melhor.O show fechou o ano com chave de ouro e o mais lindo de tudo foi a alegria das crianças soltando a voz em coro! E as brincadeiras feitas com as famílias, que envolveram todo mundo. Fiquei emocionada o tempo todo.”

Vanessa Fellet Cunha - mãe das alunas Helena (Maternal I), Letícia (Intantil II) e Maria Luiza

 “Parabenizamos o colégio CLQ pela comemoração do Dia da Família com o show do grupo ‘Música em Família’ e pela implantação do projeto “Um para o outro”, iniciado com um aparentemente simples CD musical, que transformou nossa filosofia de vida”.

Marcela - mãe da aluna Marina (Infantil II)
 
 
 
 
 

 

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Dicas para tirar a chupeta e a mamadeira



Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o segundo ano de vida é a hora ideal para a retirada da mamadeira e da chupeta, mas é normal que algumas crianças consigam se livrar deste hábito rapidamente, enquanto outras demoram mais.
Para que o processo seja concluído mais facilmente, a mãe pode seguir algumas regrinhas que facilitam o processo. Durante o segundo ano de vida, a criança habitualmente toma três mamadeiras ao dia: de manhã, no meio da tarde e ao deitar-se. É indicado retirar uma mamada de cada vez, iniciando pela da tarde. Essa mamada pode ser trocada por um lanche, normalmente um iogurte ou uma vitamina com leite batido com frutas que deve ser servido em copo, caneca ou com canudinho. A segunda mamada a ser suspensa deve ser a da manhã, trocando-a por leite com cereais, servido de colher, ou vitamina com frutas, sempre em copo, caneca ou canudinho.
A última a ser retirada é a mamada noturna, que deve seguir o mesmo processo. Esta é realmente a mais difícil de ser retirada, mas se a mãe tiver firmeza e atenção com a criança, certamente ela conseguirá.

 
Chupeta
A chupeta deve ser retirada algum tempo após o abandono da mamadeira. A melhor forma é conversar com a criança, avisando que a partir de tal data ela não usará mais chupeta.
É importante que uma vez retirada, tanto a mamadeira quanto a chupeta, a mãe não recue e volte a oferecer à criança.

O uso prolongado desses dois objetos pode levar a alterações na arcada dentária da criança, além de atrapalhar o desenvolvimento normal da fala. A mamadeira é também a grande vilã na formação de cáries dentárias, havendo inclusive um tipo de cárie chamada ‘cárie de mamadeira’, que consiste em grande número de cáries em praticamente toda a boca, principalmente na coroa dos dentes.

Fonte: Site Vila Mulher – Terra.com.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Diversão e educação: Aquário Municipal de Piracicaba


Foto: Justino Lucente
 
Desde o dia 18 de setembro, Piracicaba conta com mais uma atração para a criançada, o Aquário Municipal. Localizado no Parque do Mirante, mostra os peixes que habitam ou já habitaram os rios Piracicaba, Tietê, Corumbataí e a bacia Amazônica, além de outras espécies como as carpas.

O aquário tem mais de 80 espécies de peixes, reunindo cerca de 3 mil exemplares. O espaço conta com três aquários, cada um com capacidade de 2.400 litros e medindo 3 metros de comprimento por 1,80 de altura. Eles estão divididos em: Pequenos do Nosso Rio Piracicaba; Pequenos da Amazônia e Exóticos do Mundo Todo.

A variedade das espécies e ecossistemas também se destaca em três lagos ornamentais. No Gigantes do Brasil e Gigantes do Nosso Rio estão peixes brasileiros como tucunaré, pacu, pirarucu, pintado, dourado e pirambóia. Já no Lago das Carpas estão mais de 50 delas, dando um colorido especial ao belo cenário. Um dos lagos foi projetado para permitir ao visitante tocar os peixes.
 

Serviço

O Aquário fica na avenida Dr. Maurice Allain, s/nº, no Parque do Mirante. Permanece aberto para visitação de terça a domingo, das 9 às 19h.

Telefone: 3421-1566

Com informações da Prefeitura de Piracicaba

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Calçados adequados para a escola


As crianças menores correm, pulam e não param um minuto nos momentos de brincadeira na escola, assim como no recreio e nas aulas de Educação Física.
Para que os pequenos se sintam confortáveis e não corram riscos de lesões ou quedas, seguem algumas dicas dos melhores calçados para usar na escola:

ü  Os tênis são os sapatos mais indicados, pois dão firmeza e permitem todo tipo de movimento;

ü  No verão as sandálias podem ser uma boa opção, mas devem ser fechadas e fixas no pé da criança. Chinelos e tamancos não são indicados;
 
Segundo os especialistas, a evolução natural dos ossos dos pés se dá entre os 2 anos e meio e 7 anos de idade. Os ossos do esqueleto estão em crescimento e desenvolvimento e para evitar problemas com possíveis deformações, existem algumas recomendações médicas em relação aos melhores calçados para crianças.
São aqueles com contraforte resistente, ou seja, a parte do calcanhar mais reforçada, acolchoada, e aqueles que tenham palmilhado interno adequado. Tênis ou sandálias totalmente planos devem ser evitados.

Os saltos, saltinhos e plataformas não podem ser usados por crianças, especialmente antes dos 7 anos, período de formação do arco plantar e outras partes da anatomia do pé. Acima dessa idade também não é recomendado, pois além de interferir na formação do corpo da criança, aumenta os ricos de quedas e torções.
 
Imagem ilustrativa

 
O CLQ orienta os pais da seguinte forma:
Para a prática de Educação Física, além do uniforme regular, é obrigatório o uso de tênis e meia. É proibido o uso de chuteiras.

Os calçados, além de confortáveis, devem favorecer a livre movimentação da criança, porém, sem comprometer sua segurança. Por isso, tênis com rodinhas ou de plástico, chinelos, tamancos, crocs e calçados de salto alto não são permitidos.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Mudança na classificação etária dos brinquedos


 
Imagem ilustrativa
 
A proximidade do Dia das Crianças e do Natal aumenta a procura por brinquedos para as mais variadas idades. Muitos adultos têm dificuldade em descobrir o que é o mais indicado para cada faixa etária.

Esse problema tende a diminuir a partir do ano que vem, já que a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), em parceria com a comissão de brinquedos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), desenvolveu um documento para  regulamentar a classificação por faixa etária de todos os brinquedos comercializados no país. O objetivo é padronizar essa indicação, que hoje é feita de acordo com cada fabricante. Ela se dividirá em 16 faixas de idade: de 0 a 3 meses, de 3 a 6 meses, de 6 a 9 meses, de 9 a 12 meses, e, depois, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11 e 12 anos

O estudo, oficialmente apresentado na
ABNT no dia 28 de setembro, ficará disponível no site da instituição por 60 dias para consulta pública, ou seja, qualquer cidadão poderá acessá-lo e deixar seus comentários. Após esse período, a ideia é que ele seja aprovado pelo Inmetro e torne-se uma regulamentação oficial, alterando a portaria já existente.


Para Maria Ângela Barbato Carneiro, pedagoga e coordenadora da Brinquedoteca da Faculdade de Educação da PUC-SP, a iniciativa é muito interessante e ajuda não só o mercado, mas principalmente a criança e sua família. “Muitas empresas, na ânsia de vender o produto, colocam uma faixa etária muito abrangente, mas o brinquedo pode ser totalmente inadequado para os menores. Essa nova classificação é uma forma de orientar os consumidores e evitar que as crianças tenham acesso a brinquedos que não contribuam com o desenvolvimento delas”, opina.


A estimativa da associação é que os brinquedos fabricados a partir de abril de 2013 já sigam a nova norma - inclusive os importados que, caso não estejam de acordo com a regra, serão devolvidos.


O documento foi desenvolvido com a contribuição de 20 especialistas, entre educadores, psicólogos, engenheiros e médicos, e foram necessários dois anos de estudos, em que os profissionais avaliaram, além da questão da segurança, como o brinquedo pode ajudar no desenvolvimento físico, emocional e intelectual da criança.

 

Com informações da Revista Crescer

 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Ômega 3 melhora capacidade de leitura das crianças


Imagem ilustrativa
 
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, mostra que o consumo diário de ômega 3, gordura benéfica à saúde encontrada principalmente em peixes de água fria, como atum, salmão, sardinha e bacalhau, pode melhorar a capacidade de leitura de crianças com baixo desempenho escolar.

Os pesquisadores reuniram 362 crianças saudáveis, com idades entre 7 e 9 anos, que não alcançavam bons resultados nos testes de leitura, e deram a elas cápsulas com 600 mg de ômega 3, diariamente, durante quatro meses. Todos que tomaram suplementação diária obtiveram significativa melhora nos testes, sendo que parte deles conseguiu se equiparar aos colegas que tinham bom desempenho.


De acordo com o pediatra e nutrólogo Rubens Feferbaum, do Hospital Infantil Sabará (SP) e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, o ômega 3 é uma gordura essencial para o organismo e pode, sim, contribuir para o melhor desempenho escolar das crianças. “O ômega 3 tem um papel importantíssimo no desenvolvimento do sistema nervoso, da retina e do cérebro. E estudos sugerem que ele pode contribuir com a performance intelectual”, afirma o especialista.


No Brasil, a suplementação por meio de cápsulas não é comumente indicada por pediatras. “Não é necessário porque a necessidade de ômega 3 pode ser suprida de diferentes formas”, diz Feferbaum. O primeiro contato das crianças com a substância ocorre ainda na barriga da mãe. Se a mulher consumir alimentos ricos em ômega 3 durante a gestação, o bebê também absorverá a substância.

Essa transferência mãe-filho continua após o nascimento por meio da amamentação. A mulher deve comer peixe, pelo menos, duas vezes por semana durante esse período. Se a mãe não pode amamentar por algum motivo, o ideal é optar por fórmulas infantis que tenham ômega 3 em sua composição.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, você pode dar peixe ao seu filho a partir do sexto mês de vida. A recomendação dos especialistas é que você ofereça o alimento aos poucos, para observar se a criança vai apresentar alguma reação alérgica. Além dos peixes, há outros alimentos ricos em ômega 3, como folhas escuras, óleos vegetais (de oliva, canola e soja), castanhas, sementes de linhaça e nozes.

Com informações da Globo.com

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Família e escola precisam estar em sintonia para o sucesso do desfralde


Tirar a fralda é um momento delicado na vida de pais e dos filhos. Ele costuma acontecer entre dois e três anos de idade, e é um marco importante do desenvolvimento humano. O fato de não precisar mais das fraldas permite à criança uma maior independência do adulto em relação aos cuidados com seu próprio corpo. Nesse momento tão importante na vida da criança, é fundamental que a escola também esteja em sintonia.

No CLQ, o momento da retirada das fraldas é visto como um marco importante no desenvolvimento da criança. Justamente por isso, as professoras acompanham cada criança de forma individualizada, observando o amadurecimento fisiológico e outros indicadores do desenvolvimento do aluno, respeitando o ritmo de cada um. Suas observações são sempre compartilhadas com a família e com a própria criança, e a decisão final acontece em parceria.

Algumas dicas para identificar o amadurecimento da criança e iniciar a retirada das fraldas. Verificar o que a criança:

1. Verbaliza que fez ou vai fazer xixi ou cocô;


2. Caminha com autonomia e equilíbrio;

3. Sobe e desce escadas fazendo uso alternado dos pés;

4. Fica com a fralda seca por intervalos cada vez maiores;

5. Mostra interesse e desejo em usar o vaso sanitário;

6. Incomoda-se com a fralda cheia.
 
 

 
Dicas e orientações para as ações da família:

- Combinar o desfralde com a professora e aguardar o momento ideal para que a retirada aconteça ao mesmo tempo na escola e em casa. Conversar com a criança sobre o que vai acontecer;


- Depois de começado o processo, não colocar mais fralda na criança, nem para andar de carro ou passear no shopping. Apenas manter a fralda noturna até que o controle noturno esteja estabelecido;

- Convidar a criança para ir ao banheiro regularmente;

- Ser tolerante e paciente. É um processo que pode durar alguns dias ou meses;

- Evitar mudanças na rotina da criança durante o processo de desfralde.

 
Obs: desfraldar significa abrir, soltar ao vento velas e bandeiras.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Primavera estimula o contato com a terra


A primavera começou no dia 22 de setembro, e esse pode ser um bom motivo para plantar flores e plantas com seus filhos. Mas há ainda muitos outros. Ao semear uma planta, a criança experimenta pelo menos três sentidos: o tato, ao tocar diversas texturas (sementes, terra e pétalas); a visão, ao observar formas e cores; e o olfato, ao sentir perfumes e aromas.

Os números e medidas exigidos pela tarefa de preparar o vaso trabalham o raciocínio. E há ainda o interesse pela ciência - na curiosidade e observação dos fenômenos naturais - e na preservação do meio ambiente.

Que tal colocar tudo isso em prática? O girassol, sempre voltado para o sol, é uma boa ideia, por exemplo. Ele pode chegar a três metros de altura e desabrocha uma vez por ano, geralmente na primavera e no verão, em temperaturas de 18ºC a 30ºC.

A flor pode ser plantada no jardim ou em um vaso grande ao ar livre (com  substrato e uma fina camada de areia). É importante regar todos os dias, sem encharcar, pela manhã ou à noite. Em cerca de dez dias, a semente já estará germinando. Após 50 dias, as flores começam a abrir.
 
No CLQ, estimulamos o contato das crianças com a natureza nas brincadeiras ao ar livre e também no cultivo e cuidado com a horta do colégio.
Com informações da Revista Crescer
Foto: Dreamstime