segunda-feira, 29 de julho de 2013

Pesquisa afirma que ter filhos aumenta a felicidade

Uma ótima notícia para mães e pais: ter filhos pode aumentar os níveis de felicidade das pessoas. Esse é o resultado de um levantamento apresentado pela “Population Association of America”, que entrevistou mais de 13 mil adultos do mundo todo para descobrir se eles se consideravam felizes ou não. E os resultados surpreenderam os cientistas: os adultos com filhos se sentem mais felizes do que os sem filhos – e, mesmo quando os níveis de felicidade baixam, ainda são maiores do que a média dos adultos sem filhos.

O bem-estar é ainda mais alto entre os casais que planejaram a gravidez e estavam enfrentando o primeiro ano de paternidade. Para a psicóloga clínica Pamela Magalhães, de São Paulo, esse aumento da satisfação é mesmo maior entre as pessoas que estavam preparadas financeira e emocionalmente para ter filhos. “Hoje há a possibilidade de ter ou não ter filhos, então, pessoas que têm capacidade de doação e vontade de compartilhar a maternidade com o parceiro, se sentem mais felizes ao se tornarem pais”, diz.

Segundo Pamela, quando um filho aparece na vida de um casal, há outros fatores que ajudam no aumento desse bem-estar: “Os pais que desejam um filho se sentem realizados porque aprendem a se doar, porque enxergam no filho um reflexo do amor verdadeiro e porque percebem que o filho é a continuidade da vida e uma maneira de fortalecer as relações afetivas”.




Fonte: Revista Crescer

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Como ajudar seu filho a enfrentar o medo


É normal uma criança pequena sentir medo. O nervosismo é um sentimento natural que nos ajuda a lidar com novas experiências e nos proteger do perigo.

Alguns bebês e crianças pequenas têm medo de coisas bem específicas: insetos, cachorros, escuro e barulhos altos. Outros têm medo de situações novas ou de encontrar pessoas diferentes. Boa parte desses medos desaparece conforme a criança sente-se mais segura de si e do ambiente ao redor.

As dicas a seguir não vão fazer seu filho se livrar dos medos de uma hora para outra. Mas podem ajudar nesse período:

Não despreze o medo que a criança sente

Não subestime os medos da criança, mesmo que pareçam bobos ou irracionais - para ela, a coisa é bem séria e real. Evite desprezar a situação quando ela se mostrar assustada com uma sirene, um caminhão barulhento ou o aspirador de pó ligado, por exemplo.

Mostre a ela que você entende como é ter medo de algo - ela vai aprender que não há problema em sentir medo e que é melhor lidar com isso.

Tentar simplesmente convencer seu filho de que não há motivos para ter medo não vai adiantar. Dizer "Não se preocupe, não tem por que ter medo do cachorro" quase não tem efeito nenhum. Em vez disso, ofereça segurança: "Sei que você fica assustado com o cachorro. Vamos passar por ele juntos. Se precisar, pego você no colo".

É claro que, depois, quando ele estiver mais calmo, você pode conversar sobre cães, mostrar livrinhos, tentar amenizar o temor, sem recriminá-lo.


Use objetos de estimação

Pode ser legal usar algum objeto que o seu filho adora, como a fraldinha a que ele é apegado desde bebê, ou um velho bichinho de pelúcia, para ajudá-lo a enfrentar situações que o assustam. Objetos assim dão conforto a uma criança ansiosa, especialmente quando você precisa deixá-la, por exemplo, na creche ou na cama à noite, para dormir.

Objetos de estimação também podem ajudar a criança na hora de enfrentar situações potencialmente assustadoras, como encontrar pessoas novas ou ir ao médico. Deixe-a fazer isso. Ela provavelmente vai parar de carregar o objeto para todo lugar por volta dos 4 anos, quando terá aprendido outros jeitos de se acalmar na hora do medo.

Explique, exponha e explore

Uma criança assustada às vezes consegue superar o medo se você lhe der uma explicação simples e racional sobre o que está acontecendo. Por exemplo, se ela acha que vai ser sugada pelo ralo da banheira, você pode simplesmente dizer: "Águas e bolhas descem pelo ralo, mas crianças e patinhos de borracha não". Ou explique que a ambulância precisa fazer um barulho alto para que outros carros saibam que têm que sair do caminho.

Para algumas crianças, uma demonstração pode ajudar. Seu filho pode ficar aliviado ao ver que o aspirador de pó suga migalhas, areia e sujeira, mas não consegue pegar o brinquedo dele ou os dedos do papai.

Resolva o medo junto com seu filho
Se seu filho tem medo de escuro, coloque um abajur no quarto dele ou deixe uma luzinha acesa à noite. Por meio de tentativa e erro, você e seu filho vão descobrir um jeito de ajudá-lo a ter mais sensação de poder e de controle sobre as coisas que o assustam. 

Fonte: BabyCenter

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Brincadeiras para dentro de casa ou em dias de chuva

Ilustrativa
As crianças estão de férias e animadas para brincar, mas vocês não vão sair ou o tempo está chuvoso? Não tem problema! Isso não é desculpa para ficar sem fazer nada. Selecionamos algumas ideias para os pais se divertirem com seus filhos:

Brincar de massinha
Além de criar as formas e os personagens que as crianças inventarem, a massinha possibilita ensinar a mistura de cores. Pegue uma bolinha de massa amarela e outra azul e faça a “mágica” para seu filho: misture as duas na frente dele e mostre a cor que vai aparecer. Alguns apetrechos deixam a brincadeira mais divertida. Existem caixas que vêm com a massinha e instrumentos para modelar. Mas serve o improviso, como um espremedor de alho, que dará forma de cabelos de bonequinhos.

Ver fotos da família
Seu filho vai achar um barato ver suas fotografias de quando era pequena, dos avós, das viagens e, claro, dele mesmo. É um momento de recordação para vocês dois e muito importante para a criação da identidade dele, entender como cresceu, quem é sua família. Para a brincadeira continuar, vocês podem renovar o álbum ou criar novos: a criança vai adorar participar.

Vivo ou morto?
É bem simples: um participante fica em pé, de frente para o grupo. Ele dá dois comandos: “vivo” – e todos têm de ficar em pé – ou “morto” – quando todos agacham. A diversão fica por conta de quem se atrapalha, erra o comando e sai do jogo. O único participante que sobrar será o vencedor.

Dançar no meio da sala
Dançar faz bem a qualquer um. Exercita o corpo, ensina ritmo e amplia o repertório musical. Coloque uma música bem gostosa e saia dançando com seu filho assim mesmo, no meio da sala. Dançar também faz parte do desenvolvimento social, aproxima as pessoas e oferece possibilidades de integração pela vida toda.

Brincar com recortes de revista
Separe algumas revistas velhas e deixe seu filho recortar a figura de que mais gosta. Depois, pegue a tesoura e corte uma parte da imagem. Cole esse recorte em um papel branco para seu filho completar a figura, fazendo o desenho do que falta. Isso vale para paisagens, objetos. Outra forma de brincar com revistas velhas é separar os olhos, bocas e narizes de várias fotos para depois montar rostos bem malucos em um papel. Vocês podem desenhar o contorno do rosto e preenchê-lo com os recortes.

Fazer biscoitos e bolos
Vá para a cozinha com o seu filho e reserve ao menos uma hora para a brincadeira. Deixe-o colocar os ingredientes, mexer a massa e por na assadeira. Ele vai se orgulhar quando vir o resultado do prato que ajudou a preparar.

Telefone sem fio
Brincadeira coletiva que desenvolve a audição, a concentração, a oralidade e a memória. O primeiro da fila cochicha no ouvido do amigo mais próximo uma palavra ou frase. Este faz o mesmo com o seguinte, e assim por diante. O último diz em voz alta o que entendeu, e a graça está aí: geralmente é bem diferente daquilo que o primeiro falou.

Banho das bonecas
Para as meninas: encha a banheira ou uma bacia e promova uma tarde de beleza para as bonecas. Se não estiver frio, as crianças podem até entrar junto na água com espuma. Depois de dar banho, as garotas vão se divertir com a produção: secando, fazendo escova no cabelo, maquiando e criando novos looks para as bonecas.

Fonte: Revista Crescer (adaptado)

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Brincar é atribuir significado ao mundo


E de forma simples, o papel dobrado pode se tornar um avião ou barquinho... No universo infantil tudo é possível, porque brincar é atribuir significado ao mundo. Essa vivência lúdica, porém, vai muito além de um passatempo - na verdade, é parte fundamental do processo de aprendizagem.

"Através da brincadeira, os pequenos constroem seus processos mentais, desenvolvem habilidades, sentem-se estimulados ao convívio social, conseguem discernir e formar conceitos de tamanho, ordem, cor, espessura e textura. A criança que brinca é convidada a compreender valores e diferenciar papéis dentro da sua cultura", explica a pedagoga Isabel Cristina de Paula.

 "A fantasia e a imaginação proporcionam trocas simbólicas", afirma a pedagoga Marineide de Oliveira Gomes. E o ato de educar é feito principalmente por meio de símbolos, isto é, representações de objetos e situações fáceis de compreender para transmitir um conceito, um valor.

A relação lúdica entre pais, filhos, professores e alunos é muito rica e, por vezes, mais gratificante do que a brincadeira em si. "É importante que, assim como os professores, também pais e familiares tenham o hábito de brincar com as crianças. Os momentos dedicados à liberdade de se divertir melhoram o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração, favorecem a autoconfiança e fortalecem laços familiares e vínculos afetivos", explica a pedagoga Marli Inês Rodrigues.



Fonte: Grupo Abril

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Mural reúne histórias e sentimentos dos alunos do Maternal I

Todo processo educativo envolve, de alguma maneira, aspectos emocionais. No caso dos alunos da Educação Infantil, tais sentimentos surgem de maneira muito intensa, pois a escola, com toda a vivência e o aprendizado que proporciona, desempenha papel fundamental no seu desenvolvimento.

Para a maioria dos alunos do Maternal I (crianças de 1 a 2 anos e meio), a vinda para o Colégio é a primeira experiência no ambiente escolar, onde ele se deparará com tudo novo: lugar, pessoas e relações. O conhecimento, nesse momento, também é novidade. Socializar-se nessa instituição marca uma nova maneira da criança se relacionar com outras pessoas, além de seus familiares. E ainda, permite a ela que se situe e se identifique no espaço, vendo-se como membro pertencente a uma turma.

Pensando nisso, O CLQ desenvolveu, desde o início do ano, com os pequenos do Maternal I, uma sequência de ações intitulada “mural de marcas” - um mural interativo que reúne imagens significativas para as crianças.

“Começamos o painel com as fotos individuais e com as de cada família, o que possibilitou o primeiro reconhecimento de cada um, e o sentimento da presença dos parentes mais próximos e queridos, também no contexto escolar. Aos poucos, estão sendo acrescentadas imagens das histórias e dos brinquedos preferidos da turma, além de outros elementos, que agora fazem parte da vida dos pequenos, como o uniforme da escola”, explica a coordenadora Simone Montrazi.

Toda vez que uma nova peça é apresentada para ser colocada no mural, a professora conversa com os alunos sobre ela, mostrando a quem pertence. “Dessa maneira, as crianças estão percebendo as particularidades dos colegas e se reconhecendo também em suas singularidades. Não apenas surgiram falas a respeito das próprias fotos, como também se estenderam às dos colegas, favorecendo o reconhecimento de cada um como pertencente a um todo”, completa Simone.

Mais do que um simples aprendizado, colaborar com a criação do mural está sendo um gostoso divertimento entre as crianças, uma atividade que começa na roda de conversa e se estende ao longo do dia. Todas as imagens ficam expostas, permitindo que cada um recorra a elas e apoie sua fala em motivos concretos. Observam presenças e ausências, as características de cada imagem e aprendem a reconhecer os familiares dos amigos.

O painel permanecerá na sala registrando as marcas de cada um e, assim, estabelecendo vínculos e emoções, num constante processo de identificação com a escola, com as crianças e com o mundo.

Ilustrativa