quarta-feira, 30 de abril de 2014

Uma nova visão da Matemática

                  Considerada pela maioria das pessoas uma disciplina difícil de entender, a Matemática, no CLQ, passou por reformulações referentes ao seu processo de ensino e aprendizagem. O objetivo foi tornar as aulas mais atrativas aos olhos dos alunos, facilitando o entendimento sobre essa ciência.
                  Em muitos lugares ainda se tem a ideia de que a Matemática - como uma ciência estática - exige do aluno somente a memorização de fórmulas, regras e técnicas operatórias. Essas precisam ser repetidas com frequência para que o estudante sinta-se seguro em resolver um exercício da disciplina. Porém, essa repetição, nem sempre permite o real aprendizado, pelo contrário, subtrai do aluno a possibilidade de pensar sobre suas ações, tornando-as automáticas, meramente decoradas.
                  Em contrapartida a essa ideia, o CLQ sugere a criação de uma sala de aula caracterizada por um ambiente de resolução de problemas (essência da atividade matemática), na qual o aluno participa efetivamente. Nesse sentido, ele é estimulado naturalmente a mobilizar seus conhecimentos anteriores, levantar hipóteses e justificá-las, resolver novos problemas em diferentes contextos etc. Nesta abordagem, o erro não é considerado negativo, pois abre espaço para se superar um obstáculo, que provavelmente não será mais esquecido, tornando-se, de fato, um aprendizado.
                  “O processo de ensinar e aprender Matemática torna-se significativo se vinculado à ênfase dada às situações-problemas e às ideias e conceitos deles derivados. E, dando um novo tratamento ao metodológico aos conteúdos, asseguramos a compreensão dos números, operações, gráficos, e outros instrumentos de apresentação de informações, medidas, formas e espaços”, destaca a coordenadora Simone Montrazi.
                  Nessa visão, o professor é visto como um mediador que, de forma prazerosa, dando um novo tratamento metodológico aos conteúdos previstos na disciplina, estimula os alunos a questionarem, tentarem resolver problemas, compreenderem números, gráficos etc.
                  A coordenadora Simone Montrazi explica, com mais detalhes, que, na Educação infantil do CLQ, o jogo é utilizado como um recurso didático. “Como se sabe, o jogo é parte essencial da vida das crianças. Diante dele, elas planejam, pensam estratégias, agem, analisam e antecipam o passo do adversário, observam os erros e os acertos, torcem, comemoram – ou lamentam – e esperam ansiosamente por uma nova partida”, diz.
Na sala de aula, conforme continua a coordenadora, são utilizados jogos com regras, que envolvem o uso de conhecimentos numéricos e outros produtos da Matemática. “Tais jogos propõem problemas para que os jogadores (alunos) utilizem os conhecimentos adquiridos e também para que avancem em suas hipóteses. Mais do que simplesmente participar de uma aula, eles estarão socializando, superando suas derrotas e também aprendendo com as dos amigos”, explica.
                  Esse processo de ensino permite que a Matemática seja entendida de forma prazerosa, que a informação circule entre os alunos e, sobretudo, que novos conhecimentos sejam adquiridos e estimulados sempre mais, a cada aula.

quinta-feira, 24 de abril de 2014

O significado da Páscoa no ambiente escolar




              A Páscoa foi comemorada no último domingo, dia 20 de abril. Mas, antes do merecido descanso (feriado prolongado de 4 dias), as crianças da Educação Infantil do CLQ participaram de uma série de atividades relacionadas a esta importante comemoração religiosa.
            Algumas pessoas podem até se perguntar: por que dar ênfase a uma celebração católica no ambiente escolar? Porém, é fato que não podemos ignorar os fenômenos culturais de nosso país. Dessa forma, no CLQ, os símbolos da Páscoa – tais como o ovo e o coelho – não são vistos, necessariamente, do ponto de vista religioso, mas, sim, dos conhecimentos gerais.
            Vale destacar que, durante o período que antecede a Páscoa, ocorre ainda um enorme estímulo comercial na compra/consumo de chocolates. E as crianças são bombardeadas com essas informações, podendo concluir, por exemplo, que a comemoração em questão existe apenas para a troca de guloseima.
            Neste sentido, o CLQ entende que é fundamental que a escola se atente a outro ponto: não incentivar qualquer tipo de consumo excessivo relacionado à data. Mas, como falar da Páscoa, no ambiente escolar, sem dar ênfase à questão religiosa e sem estimular o lado comercial dessa comemoração? “Explicar que a Páscoa não significa ganhar/dar ovos de chocolate é um bom começo”, destaca a coordenadora Simone Montrazi. Pode-se ainda aproveitar a data para reforçar a ideia de que é muito legal dividir as coisas (no caso, os ovos de chocolate) com os amigos ou familiares – o que também segue no sentido contrário de estimular um consumo excessivo.





            Ainda de acordo com a coordenadora, é importante explicar para as crianças que “coelho não bota ovo”, confusão que ocorre muitas vezes em função dos símbolos pascais. “É fundamental que elas saibam que os ovos (por serem sinal de uma nova vida) e os coelhos (por serem um animal que tem muitos filhos) tornaram-se símbolos populares da Páscoa, mas não têm relação direta entre si”, diz.





            Na Educação Infantil do CLQ, esses e outros ensinamentos foram transmitidos aos pequenos por meio do teatro, artesanato feito com objetos recicláveis, tintas, pincéis, entre outros materiais, mas, sobretudo, estimulando a criatividade dos alunos! Com isso, o CLQ espera que todos os ensinamentos e as experiências vividas dentro da escola tenham sido válidos e tenham tornado a Páscoa das crianças e de suas família ainda mais significativa!